sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

FELIZ NATAL A TODOS OS QUE FAZEM AS ESCOLAS DE TODO O BRASIL!

Escola é...

O lugar onde se fazem amigos, não se trata só de prédios, salas, quadros, programas, horários, conceitos... Escola é, sobretudo, gente, gente que trabalha, que estuda, que se alegra, se conhece, se estima. O diretor é gente, o coordenador é gente, o professor é gente, o aluno é gente, cada funcionário é gente. E a escola será cada vez melhor na medida em que cada um se comporte como colega, irmão.

Nada de ilha cercada de gente por todos os lados. Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir que não tem amizade a ninguém, nada de ser como tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só.

Importante na escola não é só educar, não é só trabalhar, é também criar laços de amizade, é criar ambiente de camaradagem, é conviver, é se amarrar nela!

Ora, é lógico...
Com a escola assim sempre é fácil estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se, ser feliz.

(Paulo Freire)

Fonte: http://marcialatifa.blogspot.com/2007/07/mensagem-escola-paulo-freire.html

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

DESTRUIÇÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO EM BENEFÍCIO DO PARTICULAR?

*Jean Marcks da Costa Nunes

Em um canteiro, passeio da Rua José Rodrigues da Silva, na cidade de Monte Alegre de Sergipe, houve redução de 12 metros de comprimento para facilitar a entrada de caminhões, carregados de ração para animal, em um salão construído recentemente.

Esse fato gerou uma polêmica: “Vale a pena destruir o patrimônio público para a construção de um salão comercial?”. Alguns respondem que sim, pois alegam que a construção do salão está gerando emprego, além de ampliar a circulação de produtos, como farelo e soja, naquela cidade, o que provoca barateamento deles.

Antes que perguntem: “Quem é esse para falar sobre esse assunto?”, vou adiantar-me e dizer que sou morador vizinho do tal salão. Além disso, sei que existe a Lei nº 8.625/93, que defende o patrimônio público.

Posso até concordar com o ponto de vista de alguns que são a favor, mas, com a destruição do canteiro e a construção do salão, as pessoas que moram na mesma rua não conseguem dormir direito por causa do barulho dos caminhões que chegam altas horas da noite para descarregar seus produtos. Além disso, fiz uma rápida pesquisa naquela rua com trinta moradores. Desses vinte e nove foram contra e afirmaram que houve falta de respeito para com os cidadãos e com o patrimônio público. Apenas um foi favorável, alegando que o dono do salão era seu amigo e que ele (o entrevistado) não tinha nada contra a obra realizada.

Sou contra, principalmente, porque estamos falando da destruição de um patrimônio que é nosso e que oferece (ou oferecia) algum tipo de lazer para as pessoas que habitam aquela rua. Além disso, houve omissão por parte do prefeito em relação ao caso, pois a população não foi avisada. Ademais, o promotor de justiça, Haroldo José de Lima, em caso parecido e que aconteceu na cidade de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, deixou em nota no site Jus Navigandi que esses espaços são de uso comum de todos, de acordo com o Código Civil Brasileiro, da mesma forma que mares, rios, estradas e praças (art. 66, I), não podendo, portanto, ser confundidos com bens de uso patrimonial do poder público (art. 66, III), acrescentando-se, finalmente, à categoria de bens públicos os chamados de “uso especial” para a população.

Em resumo, o canteiro foi destruído para a vantagem de certo comerciante, que, segundo um dos trabalhadores do próprio salão, oferece emprego em condições precárias e remuneração péssima. Soma-se a isso a opinião de alguns empresários. Eles afirmaram que existem inúmeros lugares mais convenientes para o estabelecimento de empresas, salões e indústrias que ofereceriam emprego aos moradores da cidade e não atrapalhariam o descanso e o lazer de pessoas que merecem respeito e uma boa noite de sono.

Artigo de opinião com o qual o aluno Jean Marcks da Costa Nunes recebeu medalha da prata na Olimpíada de Língua Portuguesa “Escrevendo o Futuro” – 2008.

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Vencedores da Olimpíada de Língua Portuguesa "Escrevendo o Futuro"


Aconteceu nesta segunda-feira, 1º de dezembro de 2008, no salão principal do Hotel Brasília Alvorada, na Capital Federal, a cerimônia de premiação dos vencedores da Olimpíada de Língua Portuguesa "Escrevendo o Futuro".

Os vencedores da olimpíada foram:


Poesia

UF Cidade Escola Professor Aluno
AM BOCA DO ACRE E. BENÍCIO RODRIGUES PENA ADRIANA LOSANO ONOFRE

CAROLINA LIMA LOPES

AP MACAPÁ EE SANTA MARIA IZA CRISTINA BATISTA YAN ROBERTO LIMA SILVA
CE ALTO SANTO EMEF URCESINA MOURA CANTÍDIO MARIA GISELIA BEZERRA CARLOS VICTOR DANTAS DE ARAUJO
ES VITÓRIA EMEF EBER LOUZADA ZIPPINOTTI GERALDO BASSANI BRUNA VILLA LOPES DA SILVA
MS RIO BRILHANTE C.EDUC.MUL. CRIANÇA ESPERANÇA I MIRIAN HAMMES VANIA NOGUEIRA DE LARA


Memórias

UF Cidade Escola Professor Aluno
MG FRANCISCO SÁ EE TIBURINO PENA VERÔNICA CRISTINA AZEVEDO RODRIGUES ERYCA LAYS CARDOSO FERNANDES
MS NOVA ANDRADINA EE PROFª NAIR PALÁCIO DE SOUZA SONIA REGINA BUZALIA PEREIRA GUSTAVO FRANÇA MAIA
PR CAMPO LARGO CE SAGRADA FAMÍLIA SUELI TEREZINHA FERREIRA SHERON RIBEIRO
RJ LAJE DO MURIAÉ CE ARY PARREIRAS MARIA DE LOURDES PEREIRA COSTA ALBERO

THAÍS DE SÁ FRAVOLINE

SP IPUÃ EMEF ANTONIO FRANCISCO D' ÁVILA DANIELA FORNEL TELES GABRIELA RICARDO VAZ


Artigo de Opinião

UF Cidade Escola Professor Aluno
AC CRUZEIRO DO SUL E FLODOARDO CABRAL MARIA DE FATIMA MONTE SOUZA ABRAÃO DA SILVA LIMA
CE FORTALEZA COLÉGIO MILITAR DE FORTALEZA HILDENIZE ANDRADE LAURINDO FRANCISCO EUGÊNIO DE VASCONCELOS
MG ALPINÓPOLIS EE DONA INDÁ ROSA MARIA MENDES DE LIMA CAROLINA APARECIDA DA SILVA
PR TAMBOARA E. FUND. MEDIO DUILIO T. BELTRÃO VANICLEIA DE OLIVEIRA SOUZA REBELO MARIANE CHELI DE OLIVEIRA
SC MAJOR VIEIRA EEB LUIZ DAVET SOLEIMA APARECIDA OLIVEIRA MERLIM MIRIANE MALACOSKI


A cerimônia foi emocioante e teve em um de seus momentos marcantes a leitura dos textos premiados feita pelo cantor e poeta Arnaldo Antunes e pelos escritores Nélida Piñon e Ignácio de Loyola Brandão.


A primeira Olimpíada de Língua Portuguesa atingiu seus objetivos. O tema "o lugar onde vivo" mobilizou 6 milhões de alunos da rede pública. Segundo as palavras do presidente Luís Inácio Lula da Silva, que estava presente e entregou as medalhas de ouro aos vencedores, a Olimpíada revelou que: "para o povo brasileiro, a única coisa necessária é uma pequena provocação, uma pequena oportunidade". O presidente ainda afirmou que "no Brasil, nós muitas vezes somos jogados para baixo. O que se viu hoje é que nenhum ser humano se movimenta se não estiver motivado".


O Estado de Sergipe foi representado nas três modalidades poesia (Jonatan Vieira Barros e Melissa de Santana), memórias (Evellyn de Almeida Santos) e opinião (Jean Marcks da Costa) e garantiu assim quatro medalhas de prata.

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